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CEBI-SPI: Exílios de ontem e de hoje

CEBI-SPI: Exílios de ontem e de hoje
22 de junho de 2018 Centro de Estudos Bíblicos

“Viver a experiência de querer fazer a comida e não ter onde comprar gás, foi para mim uma forma de exílio!”
“Vivenciei o Cerco de Jerusalém pelas tropas da Babilônia a cada vez que entrei no presídio para visitar meu próprio filho!”
“À beira dos rios da Babilônia nos sentamos e choramos ainda hoje, diante da perda dos direitos trazida pelo Golpe”
“Nossa esperança se fundamenta na fé em um Deus que é mãe que não esquece o filho que gerou”

As frases acima se destacaram entre tantas outras partilhadas pelas pessoas participantes de mais uma etapa da Escola Bíblica que acontece em Presidente Prudente/SP. Já em seu segundo ano, a atividade é desenvolvida pelo CEBI do interior do Estado de São Paulo, região do Pontal do Paranapanema (Sudoeste). Participam 23 pessoas, sendo cinco da Região de Marília.

Assessoria

No dia 10 de junho, tivemos a alegria de contar com a presença e assessoria do amigo Edmilson Schinelo, do vizinho estado Mato Grosso do Sul e colaborador na Secretaria Nacional do CEBI. Edmilson trabalhou conosco o Exílio Babilônico, proporcionando-nos vivencias profundas, entre elas, a de sentir saudades de pessoas, lugares e fatos, vividos na dor e no amor que são elementos constituintes de nossas histórias de lutas e resistências.

Além da partilha do conhecimento, da experiência e do cuidado em tocar também aos nossos corações, afetuosamente nos levou pela mão, a viajar pelo Oriente Médio, há quase 2.500 anos, quando e onde mulheres e homens experimentaram na carne e na alma, opressão e escravidão. Em terra e cultura estranhas, na saudade da Casa de Deus, e casa dos pais (Sl 137). Lá releram a história que iluminava o presente e produziram lindos textos de denúncia, consolo e esperança que, para nós hoje são ferramentas e energias em nosso exílio.

Nossa gratidão, a Palavra de Deus, Luz em nossa caminhada, ao CEBI que nos oferece combustível, pra nossa lanterna e ao Edmilson que foi naquele dia, o nossa candeeiro.

Partilha de Aninha, pelo grupo.