Definitivamente, Natal não é a festa máxima da Cristandade.
Festa maior é, sem dúvida, a Páscoa, é claro, ligada a Sexta-Feira Santa. E aí que a Ressurreição de Cristo triunfa sobre a Cruz. Depois dela, ainda temos que insistir na importância de Pentecostes. Afinal, é aí que se manifesta o Espírito Santo, dando-nos a certeza de que Ele está no meio de nós. E em Pentecostes que nasce a Igreja, enquanto
Povo de Deus.
Sim, definitivamente, Natal não é a festa máxima da Cristanda-de. Não obstante, Natal é a festa cristã que mais nos enche de ternura, que mais nos emociona. O Filho de Deus nasce em nosso meio. Na fragilidade da manjedoura já se prenuncia que, ao assumir a condição humana, Deus carrega sobre si a nossa fragilidade, e isto até a morte, e morte de cruz.
No Natal, Deus está ali, menino, deitado sobre a palha de uma manjedoura de uma humilde estrebaria. Assume nossa pobreza, nossa miséria, nossa fraqueza. Torna-se um ser humano, igual a cada um de nós.
Foi pensando em tudo isto que o CEBI se propôs a editar este exemplar da série A Palavra na Vida com o título Advento, Natal, Ano-Novo – tradições e lembranças.
Advento Natal Ano-Novo: Tradições e Lembranças
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