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Brasil levará 100 anos para igualar salários de homens e mulheres, diz Fórum Econômico

Brasil levará 100 anos para igualar salários de homens e mulheres, diz Fórum Econômico
26 de outubro de 2016 Centro de Estudos Bíblicos
Brasil levará 100 anos para igualar salários de homens e mulheres
Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2016, publicado nesta quarta-feira, 26, pelo Fórum Econômico Mundial, mostra que a diferença salarial entre mulheres e homens no Brasil é uma das maiores do mundo; segundo o estudo, a presença de Dilma Rousseff no cargo de presidente nos últimos anos fez o Brasil subir no ranking geral da entidade, passando da 85.ª posição para a 79.ª entre 2014 e 2015; mas o desempenho do Brasil pode cair nas próximas edições do ranking, após o afastamento de Dilma e a posse de um governo com um número reduzido de mulheres em cargos de confiança ou ministeriais; em relação à renda média, a brasileira ganha por ano US$ 11,6 mil, contra US$ 20 mil dos brasileiros.
Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2016, publicado nesta quarta-feira, 26, pelo Fórum Econômico Mundial, em Genebra, mostra que a diferença salarial entre mulheres e homens no Brasil é uma das maiores do mundo, e que para equiparar a condição dos dois sexos o País levará um século.

Entre 144 países avaliados, o Brasil ocupa apenas a 129.ª posição no que se refere especificamente à igualdade de salários entre gêneros.  O estudo aponta que a presença de Dilma Rousseff no cargo de presidente nos últimos anos fez o Brasil subir no ranking geral da entidade, passando da 85.ª posição para a 79.ª entre 2014 e 2015. Mas a classificação ainda é pior do que dez anos atrás, quando o Brasil ocupava a 67.ª posição.

Segundo o estudo, o desempenho do Brasil pode cair nas próximas edições do ranking, após o afastamento de Dilma e a posse de um governo com um número reduzido de mulheres em cargos de confiança ou ministeriais.

O Brasil é ainda um dos seis países do mundo onde a diferença salarial entre homens e mulheres em cargos executivos é de mais de 50%. Além disso, a presença de brasileiras no mercado de trabalho também é menor: 62% ante 83% de homens. Isso coloca o Brasil na 87.ª posição por esse critério. No que se refere à renda média, a brasileira ganha por ano US$ 11,6 mil. Já a renda média dos homens brasileiros é de US$ 20 mil.