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CEBI Nordeste em assembleia: Nossas sedes e nossas águas compartilhadas

CEBI Nordeste em assembleia: Nossas sedes e nossas águas compartilhadas
CEBI Nordeste em assembleia: Nossas sedes e nossas águas compartilhadas
22 de outubro de 2014 Centro de Estudos Bíblicos

Natal (Ponta Negra), Rio Grande do Norte tem sido nesses dias o poço no qual o CEBI do Nordeste mata sua sede e compartilha suas águas. Entre os dias 17 e 19 de outubro, realiza-se a Assembleia Regional, dentro do processo preparatório para a Assembleia Nacional do CEBI.

 Ao todo 47 pessoas representando os grupos do CEBI dos estados de Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Ceará e Pernambuco dão continuidade à reflexão em torno do tema “Dá-me de beber: nossas sedes e nossas águas”.

Durante a noite de sexta-feira, o grupo fez uma análise da conjuntura eleitoral e assumiu coletivamente a necessidade de apoiar a candidatura de Dilma Rousseff, denunciando, inclusive o preconceito e o racismo explicitados por pessoas de outras regiões do Brasil em relação ao Nordeste.

O sábado foi dedicado ao estudo do texto de João 4 (o diálogo entre a Samaritana e a Jesus), sob a condução de Adriana Amorim Fernandes e Aline Steur, ambas do CEBI-BA. Na reflexão, ambas ajudaram o grupo a se perguntar com quantas e quais pessoas e grupos “diferentes” o CEBI está interagindo. Foi lembrado ainda que alguns textos bíblicos, especialmente quando lidos fora do contexto, mesmo dentro do CEBI, podem dificultar a relação com o diferente. Ter a coragem  e a humildade de “pedir um copo d’água”, reconhecendo que temos sede é passo fundamental no processo de aprendizagem com o diferente. 

A assembleia ainda irá se dedicar à indicação das prioridades para o próximo triênio e escolha de nomes para a coordenação das atividades na região e em nível nacional.

Como lembrou a Pastora Odja Barros, em carta dirigida à Assembleia, os/as participantes estão se encharcando de “perguntas, conflitos positivos, olhares novos e acima de tudo uma disposição renovada de deixarmos os cântaros e prosseguir sedentos/as de novos encontros com outras/outros que estão nas ‘Samarias’ pelas quais ainda não passamos ou ‘evitamos’ passar em nossa caminhada”.