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CEBI em Moçambique: Democracia, Bíblia e prática econômica

CEBI em Moçambique: Democracia, Bíblia e prática econômica
8 de julho de 2013 Centro de Estudos Bíblicos
CEBI em Moçambique: Democracia
De 24 a 29 de junho de 2013, o CEBI se fez mais uma vez presente em Moçambique, dando continuidade ao processo de aprendizagem recíproca em torno da Leitura Popular da Bíblia. As atividades foram acompanhadas por Adriana Amorim Fernandes (CEBI-BA) e Luis Sartorel (CEBI-CE).

A principal parceria em Moçambique se dá com a Rede Emaús. O sonho de uma rede de leitura bíblica com rosto moçambicano foi cultivado no espaço do Seminário Unido de Ricatla, em Maputo. A entidade congrega estudantes de teologia de diferentes igrejas cristãs e anualmente conta com a presença do CEBI na formação bíblica. Os diversos encontros, muitas vezes realizados com a presença de pessoas do Instituto UJAMAH, da África do Sul, deram origem à Rede Emaús. Trata-se de uma rede ecumênica de leitura bíblica a partir da realidade moçambicana, que vem se fortalecendo ano a ano.

A Rede Emaús está articulada com outros grupos de Leitura Contextual da Bíblia em diversas partes do mundo por meio da Glocal Network, que conta com o apoio de Kerkinactie da Holanda.

A seguir o que nos relatam Adriana e Sartorel.

Tivemos a alegria de estarmos no Seminário Unido de Ricatla para participarmos de uma semana de estudo bíblico e de partilha da realidade, junto com 24 irmãos e irmãs (pastores, pastoras, catequistas, religiosas), vindas de diversas partes do país.

Este encontro com a Rede Emaús, realizado já há cinco anos, tem se configurado como um espaço de aprofundamento da Leitura Popular da Bíblia e para definição de ações concretas visando uma maior formação bíblica nas comunidades locais.

Em 2013, as temáticas estudadas foram relacionadas à Bíblia e Vida, Fé e Democracia e Bíblia e Prática Econômica, além dos aspectos metodológicos da Leitura Popular da Bíblia.

Foram dias de muita partilha, reflexão e questionamento. Fomos a toda tempo interpelados pela Palavra e pela realidade vivida, que exige de nós compromissos concretos, visando à construção de um mundo mais justo.

Foi muito enriquecedor os dias de convivência, partilha e estudo com os irmãos e irmãs moçambicanos. Os cantos, as orações, a boa comida, as conversas animadas na cozinha, o silêncio… nos ensinaram que através deste intercâmbio de saberes e sabores, de cores e de culturas Deus vai se revelando na vida e na bíblia.

Nossa gratidão!