Bem vindo(a) ao CEBI ! (51) 3568-2560

Reflexão do Evangelho: Convidados para a festa

Reflexão do Evangelho: Convidados para a festa
8 de outubro de 2020 Zwei Arts

Leia a reflexão sobre Mateus 22,1-14, texto de Marcel Domergue.

Boa leitura!

Notemos, em primeiro lugar, que o Reino de Deus, o poder divino sobre todas as coisas, apresenta-se como uma festa: os trabalhos cessam, para se entregar à alegria.

Pensemos nas núpcias do Cordeiro, em Apocalipse 21. Núpcias de Deus com a humanidade, para que, com Ele, tornar-nos uma só carne. Nesta parábola, somos apenas convidados, mas outros textos dirão que fazemos somente um com o Filho. Em todo caso, aqui somos convidados para um banquete.

Sabemos a importância do alimento na Bíblia. Este tema é abordado desde o primeiro capítulo de Gênesis, no versículo 29. E continua: em Gênesis 2,16-17, lemos que quem come do fruto da árvore proibida, para fazer a experiência do mal, morrerá. No outro extremo da Bíblia, as coisas se invertem. Temos ali uma nova árvore, na qual se afixa o espetáculo do nosso mal, da nossa loucura homicida, e a revelação do bem absoluto, do amor que leva o Filho a dar a própria vida, para que dela vivamos. Desta vez, ao contrário de Gênesis 2, quem come do fruto desta árvore viverá, e quem se recusa a comer dele, morrerá (cf. João 6). Não precisamos retomar todos os textos das Escrituras que colocam o tema do alimento e da refeição em primeiro plano, como o Maná, a mesa preparada no deserto de sede e de fome (Salmo 78,29). Concentremo-nos somente em que a cruz é o leito nupcial das bodas do Filho com a humanidade, e que o banquete de núpcias torna-se Eucaristia, ou seja, Ação de Graças.

Os convidados

Acabo de dizer que somos ao mesmo tempo os convidados e os esposados. Quando dizemos “esposados”, queremos insistir em que, no Filho, Deus vem fazer Sua a nossa carne. E quando dizemos “convidados”, queremos sublinhar que isto não se produz sem o assentimento da nossa liberdade. É preciso que, de nossa parte, haja um deslocamento em resposta ao “deslocamento” realizado por Deus, que veio juntar-se a nós. É indispensável o nosso “sim”, como eco do “sim” de Maria no “relato” da Anunciação.

Nesta parábola, nos é dito que os primeiros convidados, os que o Rei havia escolhido, recusaram o convite. Não vamos esquecer que, desde o princípio do capítulo 21, Jesus está se dirigindo aos sumos sacerdotes, aos anciãos do povo e aos fariseus. Temos aí os convidados que se esquivaram. No lugar deles, estarão presentes nas núpcias todos os desconhecidos, recrutados nas “encruzilhadas dos caminhos” das cidades e dos campos. “Todos os que encontrardes”, diz o texto, fazendo questão de precisar, “maus e bons”. O que pode surpreender! Mas, no fundo, a questão não está em ser bom ou ser mau: quem verdadeiramente pode pretender-se bom? De fato, a questão está em responder ou não responder ao convite: convite que é endereçado a todo o mundo. Recusar corresponde a desprezar o dom de Deus: dom de Si mesmo. Os primeiros convidados não se interessaram pelas núpcias propostas. Chegaram até mesmo a matar os que lhes transmitiram o convite. Prelúdio ao homicídio do Filho e de muitos que, mais tarde, irão anunciar o seu Evangelho.

 O traje de festa

Surpreendente este Jesus. Poderíamos crer que a parábola terminaria com o convite aos que não têm nenhum título a fazer valer, para participarem do banquete de núpcias. E, no entanto, eis que se abre um novo capítulo; o da expulsão do homem que não se encontra vestido com o traje de festa! Alguns comentaristas falaram em “estado de graça”, em retidão moral, etc.

Penso que, de novo, é preciso evocar o tema das vestes no conjunto da Bíblia, sem mais inconvenientes que os de omissão e de resumo. É um tema que começa logo no início: em Gênesis 3, fala-se da vergonha de Adão e de Eva quando descobrem estarem nus. Nudez simbólica, com certeza: haviam projetado fazerem-se “como Deus” (versículo 5), e eis que se descobrem como a serpente (o “astuto”, do versículo 1, pode também ser traduzido por “nu”). Despojados e sem defesa. É Deus quem finalmente os vestirá com “túnicas de pele” de animal: ei-los assim de volta à imagem desta animalidade que deveriam dominar. No outro extremo do relato bíblico, pregado na cruz, vamos encontrar o homem nu: seus algozes o haviam desnudado e repartiram entre si as suas vestes. A nudez, portanto, é o traje de festa que o Cristo usa em seu leito de núpcias com a humanidade.

Penso ser a partir daí que devemos interpretar a imagem do homem excluído do banquete, nesta parábola. Não podemos alcançar a unidade com Deus a não ser se desprovidos de tudo, despojados, sem nenhum título que fazer valer. O dom de Deus não pode ser senão totalmente gratuito.

Fonte: www.ihu.unisinos.br

Liga228 situs judi bola merupakan situs judi bola online dengan pasaran terlengkap.

Kunjungi situs judi bola terlengkap dan terupdate seluruh asia.

Situs sbobet resmi terpercaya. Daftar situs slot online gacor resmi terbaik. Agen situs judi bola resmi terpercaya. Situs idn poker online resmi. Agen situs idn poker online resmi terpercaya. Situs idn poker terpercaya.

situs idn poker terbesar di Indonesia.

List website idn poker terbaik.

Game situs slot online resmi

slot hoki terpercaya

slot terbaru

rtp slot gacor

agen sbobet terpercaya

slot online judi bola terpercaya slot online terpercaya