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Aliança ACT pede que sejam respeitados os princípios democráticos no Brasil

Aliança ACT pede que sejam respeitados os princípios democráticos no Brasil
11 de maio de 2016 Centro de Estudos Bíblicos
Aliança ACT pede que sejam respeitados os princípios democráticos no Brasil
Frente ao contexto de turbulência social e política no Brasil e o risco de seu agravamento, a Aliança ACT, uma rede internacional que reúne 140 igrejas e organizações baseadas na fé, com atuação em mais de 100 países, pediu que sejam respeitados os princípios democráticos universais e os direitos humanos. A Aliança, que tem sede em Genebra, na Suíça, é representada no Brasil pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil).

O Conselho Executivo de ACT também solicitou que lideranças políticas e sociais renovem seu compromisso com a solução pacífica dos problemas, lembrando que a polarização ou a radicalização no país pode resultar em uma escalada da violência.

“Expressamos nossa profunda preocupação com a ameaça ao estado democrático de direito, uma vez que princípios democráticos são relevantes não apenas para brasileiras e brasileiros, mas para todas as pessoas no mundo", disse o secretário geral de ACT, John Nduna, no dia 10 de maio. "Como Aliança ACT, pedimos aos atores políticos e sociais que assumam o compromisso de resolver o processo político por meio da promoção de um amplo diálogo, para superar a crise que o país enfrenta e para assegurar o mais profundo respeito à democracia como um valor universal".

O movimento ecumênico no Brasil, que inclui membros de ACT, tem desempenhado, historicamente, um papel fundamental no que se refere à defesa dos Direitos Humanos e dos processos democráticos.

“Nossa identidade ecumênica nos impulsiona a trabalhar pelo respeito à democracia, à diversidade religiosa, ao Estado de direito e aos direitos humanos", disse Nduna. "Por isso, reiteramos nosso apelo para a resolução do processo através do diálogo e de meios pacíficos."

A Aliança ACT é uma coalizão de mais de 140 igrejas e organizações baseadas na fé, que trabalham em mais de 100 países na promoção de mudanças positivas e sustentáveis na vida de pessoas vulneráveis, independente de expressão religiosa, gênero, orientação sexual, orientação política, etnia ou nacionalidade, respeitando os mais elevados códigos e padrões internacionais. É mantida por mais de 25 mil pessoas, que integram as equipes das organizações membro, e mobiliza cerca de U$ 1,5 bilhão no seu trabalho, nas áreas de ajuda humanitária, desenvolvimento e incidência.