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CEBI-AM e CRB promovem formação sobre “Leitura Bíblica no chão Amazônico”

CEBI-AM e CRB promovem formação sobre “Leitura Bíblica no chão Amazônico”
10 de julho de 2019 Comunicação

via CEBI-AM*

A formação “Leitura Bíblica no chão amazônico” foi promovida pela Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB Regional Amazonas/Roraima, em parceria com o Centro de Estudos Bíblicos – CEBI Região Amazônica. O evento foi realizado nos dias 06 e 07 de julho, na Inspetoria Salesiana Laura Vicuña, em Manaus/AM. Dos 50 participantes, 18 era integrantes do CEBI. A formação teve como assessora a Ir. Tea Frigerio.

Estudos e leitura bíblica

No primeiro dia da formação, realizou-se o aprofundamento do texto de Paulo em Rm 8, 18-27.

Neste texto, o autor visualiza três gemidos: da criação, da humanidade e do Espírito. Foram realizados trabalhos em grupo no sentido de buscar compreender o texto a partir do chão da realidade em que foi escrito para depois aproximar dos desafios dos dias atuais.

Durante o dia, abordou-se sobre a leitura bíblica comprometida com as causas amazônicas, em diálogo com os povos e culturas. Na busca de novos caminhos para a Igreja, e para uma Ecologia Integral, manteve-se sintonia com a proposta do Sínodo para a Amazônia.

Para Ir. Tea Frigério, “o texto bíblico tem que ser constantemente reescrito, a partir do nosso chão, e nos faz perceber coisas que antes não percebíamos”.

O Sínodo da Amazônia nos impulsiona para agir a partir do nosso chão, em um processo constante de escuto, iluminado pelo texto bíblico.

Ao longo do segundo dia de formação, realizaram-se trabalhos em grupo aprofundando alguns mitos: o da terra sem males e o mito da Arca de Noé.

Abrindo-nos a uma leitura que possibilite desconstruir o patriarcado e a reconhecer a vida que brota da ação de Deus na história. A leitura não fundamentalista possibilita-nos a conversão que precisamos fazer: da libertação. O sagrado é a vida. 

A formação encerrou-se com a esperança e motivação dos participantes em multiplicar o que aprenderam e partilharem em seus grupos e comunidades.

Partilha de Diego Gomes Aguiar, CEBI-AM.