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CPT disponibiliza acervo digitalizado sobre os conflitos no campo no Brasil

CPT disponibiliza acervo digitalizado sobre os conflitos no campo no Brasil
20 de fevereiro de 2015 Centro de Estudos Bíblicos
CPT disponibiliza acervo digitalizado sobre os conflitos no campo no Brasil

Já está no ar o acervo digitalizado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre os conflitos no campo no Brasil. O Centro de Documentação Dom Tomás Balduino anunciou, na quarta-feira (18), que mais de 400 mil páginas de documentos oficiais e artigos estão disponíveis para consulta de forma livre.

Desde a sua criação, em 1975, a comissão registra os conflitos que envolvem trabalhadores rurais e a violência sofrida por eles. Dez anos depois ela começou a elaborar o anuário intitulado Conflitos no Campo Brasil, que estão disponíveis no site da CPT desde 2011.

Para a coordenadora do centro Jeane Bellini, o fato dos documentos originais estarem disponíveis pode fazer com que haja um aumento do interesse pelos estudos dos conflitos no campo. “Antes a pessoa que quisesse estudar essas questões teria que vir aqui pessoalmente para manusear os documentos ou depender de análises feitas por membros da CPT. Esperamos que com o acesso aos documentos originais nós possamos incentivar uma pesquisa mais abrangente e diversificada”, contou.

O acervo é organizado em três subtemas: a questão dos conflitos do campo, que organiza mais de 310.000 páginas de documentos referentes e 25.000 conflitos; o institucional, que arquiva mais de 5.000 documentos escritos por membros da instância nacional da CPT; e o temático, que contem 110.000 páginas de documentos e artigos para compreender a complexidade do campo brasileiro.

“O eixo temático dá uma contextualização mais ampla para a realidade do campo como a luta dos camponeses e trabalhadores rurais. Se alguém que está pesquisando os conflitos quiser entender o que estava acontecendo no país naquele momento ele vai poder pesquisar”, explicou Bellini.

Os documentos estão disponíveis nesse link e são de livre acesso e utilização desde que o CEDOC Dom Tomás Balduíno seja citado como fonte.