Assembleia do CEBI RS

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No dia 28 de março deste ano, nas dependências do CEBI Nacional, na cidade de São Leopoldo, realizou-se a assembleia do CEBI RS.

Os trabalhos iniciaram-se com a acolhida e a apresentação dos presentes. Na sequência, foi realizada uma mística acompanhada da leitura de textos bíblicos, com a montagem de um altar composto por símbolos remetentes ao tema da moradia e da casa comum.

A assessoria do encontro foi feita pelos queridos mediadores Anna e Sandro Gallazzi, que procederam a leitura  de  um  texto  introdutório, apresentando dados do IBGE sobre a realidade da moradia e as desigualdades sociais em nosso país. Posteriormente, os participantes foram divididos em cinco grupos para debater as realidades locais (situação urbana, desemprego, educação, êxodo rural,  juventude, corrupção, moradia, migração e meio ambiente).

Após o intervalo para o almoço, as atividades foram retomadas com a música “Cidadão”, de Zé Ramalho. A reflexão da tarde focou o Novo Testamento e a memória das casas de Jesus, desde o ventre de Maria até Nazaré, além da história de Isabel e Zacarias, enfatizando a misericórdia de Deus. Discutiu-se o cântico de Maria e sua memória de servidão e humilhação, reafirmando que Deus ouve o clamor dos oprimidos. Refletiu-se sobre a transição de Jesus para Cafarnaum, onde passou a conviver com pobres e marginalizados, apresentando uma visão de casa baseada na misericórdia e na inclusão. Em nova reunião de grupos, debateu-se a realidade de Jesus aplicada ao contexto atual. 0 dia encerrou-se com uma reflexão de Sandro e Anna Gallazzi sobre as cidades de “Bet” (casa) e as situações globais de guerra.

No dia seguinte a assembleia foi retomada com cantos e a memória histórica do CEBI RS. Sandro e Anna Gallazzi destacaram a importância de relatar todas as atividades locais para as agências, observando que o cenário político na Europa pode impactar novos repasses. Alcedir propôs uma reestruturação para que o CEBI RS sobreviva de forma autônoma. Adelaide sugeriu que o CEBI paute o combate  a violência contra as mulheres em suas formações e encontros. José Possato declarou não pretender a reeleição para a coordenação, mas colocou-se à disposição para colaborar. O conselho foi referendado sem objeções pelos presentes.

Para a coordenação, foram citadas: Adelaide Maria Klein, Marfa Marta Silva Gomes, Nidgia Maria Nicolodi, João Marcelo Rodrigues Silva e Mary Raquel Sanguinet Rayes. As funções específicas não foram definidas nesta sessão. Possato agradeceu o período em que esteve na coordenação, agradecendo a todos e todas.